quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Ator Jonathan Well respondeu 49 questões do "Primeira Impressão"

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Jonathan Well nasceu na cidade de São Paulo, em 19 de julho de 1993. Formou-se no curso de Formação de Atores da ELT - Escola Livre de Teatro de Santo André. Cursa também seu 2º ano de Formação de Jovens Palhaços dos Doutores da Alegria, em São Paulo.

Em 2005, iniciou seus estudos de teatro no Sesi, onde realizou seu primeiro trabalho, o espetáculo "Luas&Luas". Logo após o término desse curso, ingressou nas oficinas teatrais do projeto Criar (Centro de Referência e Investigação Artística).

Protagonizou a peça "O Pequeno Príncipe", do Grupo Artemis de Teatro, em 2009, na qual permaneceu por mais três anos desenvolvendo outros trabalhos.

Em 2010, frequentou a Escola de Atores Estúdio de Treinamento Artístico (ETA-SP), onde participou do espetáculo "Cegueira Democrática", apresentando-se no Teatro Brigadeiro, em São Paulo.

Em 2011, participou do Núcleo de Direção da ELT, com orientação de Luiz Fernando Marques, no processo da peça "Quando eu me perdi de vista", com o Grupo Ato A.

Além disso, já participou de trabalhos publicitários, entre eles comerciais, curtas e longas metragens. Seu último trabalho no cinema foi o curta-metragem "O perfil de Jonas Aquino", pela Tabuleiros Filmes-SP.

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domingo, 11 de setembro de 2016

Angélica Morango recebe o "Primeira Impressão" e reponde 49 questões

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Jornalista e mineira de Uberlândia, Angélica Morango tem como hobbies escrever contos, ler, ouvir música e cantar bem alto. Participou da 10ª edição do Big Brother Brasil, mas antes já tinha feito de tudo um pouco: foi narradora de carro de serenata, trabalhou como atriz, emprestou a voz para gravação de secretária eletrônica de celulares e investiu na própria carreira. Atualmente é uma das apresentadoras do programa Transalouca da rádio Transamérica.


sábado, 10 de setembro de 2016

Salete Campari respondeu 49 questões do "Primeira Impressão"

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A peruca estilo boneca Barbie e com o mesmo penteado de Marilyn Monroe não deixam dúvidas: Salete Campari. Paraibana e formada em Matemática, aceitou responder 49 questões do Primeira Impressão.


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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Assessor de cultura de SP, Cássio Rodrigo, responde 49 questões do "Primeira Impressão"

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Cássio Rodrigo aceitou responder 49 perguntas do "Primeira Impressão sobre sua vida e carreira.

Cássio é assessor de cultura para gêneros e etnias de São Paulo. Formado em jornalismo, trabalha na prefeitura há 20 anos.

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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

DJ Paulo Pringles, da Jovem Pan, aceitou responder 49 questões do "Primeira Impressão

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Desde 2003, Pringles é programador musical e DJ dos programas "Planeta DJ" e "Na Balada", da Jovem Pan FM, a maior rede de rádio do Brasil - e é um dos profissionais mais requisitados na cena eletrônica brasileira.

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terça-feira, 6 de setembro de 2016

Léo Áquilla aceitou responder 49 questões do "Primeira Impressão" sobre sua vida e carreira

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Léo Áquilla, nasceu em 6 de setembro de 1970, na cidade de Teófilo Otoni, em Minas Gerais. É formada em jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduanda em política pela PUC- SP. Ficou conhecida por seu trabalho como repórter de TV e pela apresentação de um programa de rádio em uma emissora paulista. Mas o trabalho de Léo não para por aí. Ela viaja pelo Brasil inteiro levando seus espetáculos com performances, números dublados, música ao vivo, balé, vitrine-viva e ilusionismo, sempre com um cuidado especial com os cenários, efeitos especiais e figurinos.

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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Novo Projeto: Primeira Impressão

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Quem nunca ouviu “a primeira impressão é a que fica” ou ainda “você nunca terá uma segunda chance para causar uma primeira boa impressão?  Alan Junior de Queiroz e Diógenes Ramos Moreira têm muitas perguntas para serem feitas e muitos assuntos para discutirem. Todos estão convidados à participarem, inclusive você.

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quinta-feira, 5 de maio de 2016

Minha opinião sobre: Ensino Público

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"Singapura aplicou esse sistema em moldes meritocráticos extremamente rígidos. Por lá, professores são anualmente testados e, identificados os talentos, ganham promoções. Os melhores e mais interessados viram gestores educacionais, enquanto os que se saem mal sucessivamente são demitidos." (Revista EXAME - 03/05/16)  

O sistema educacional baseado no mérito é o mais rígido, justo e o melhor. Porém, como por em prática esse sistema num páis com uma dívida social histórica impagável e com grandes desigualdades sociais? Ninguém sabe.

Que o Brasil deveria aprender a valorizar e se inspirar em sistemas educacionais como os de Singapura, Hon Kong e Coréia do Sul - ((países que lideram ranking internacional PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), em que o Brasil figura apenas em 60º lugar entre os 76 avaliados pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico)) -, isso ninguém tem dúvidas.

Não falta verba para tornar o país numa potência educacional, falta competência e caráter(!) para administrar um sistema ultrapassado e a beira da morte. Para piorar a situação, os contrastes negativos da educação brasileira surpreende. Quando mais procuramos saber, mais ficamos indignados: escolas sem estruturas, violência crescente e desvios de verbas e merenda.

A China é um exemplo da capacidade de oferecer um ensino de qualidade com custos baixos. Quem já leu a reportagem "O sistema educacional que fez da China uma potência" (Veja, 18/12/2011) do Gustavo Ioschpe sabe da eficiência, rigidez e as consequência do sistema chinês. As escolas chineses contrastam semelhanças e diferenças com as brasileiras desde espaço físico até organização e limpeza. 

O nosso sistema educacional é atrasado, tem dificuldades de mudanças, professores desvalorizado e desmotivados, tem diretrizes curriculares problemáticas e ensino ineficiente. Independente de qual partido esteja no poder, não ajuda a melhorar e a maioria da população se faz indiferente a dedicação aos estudos. Todos esses fatores juntos transformam algo que já não é bom inviável, infelizmente.

Os governantes precisam encarar a educação como política de estado e não de governo. O dinheiro nunca será suficiente enquanto a preocupação não for com a qualidade da educação brasileira e suas instituições.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Srª Consciência: entidade abstrata

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Existem determinadas fases e períodos da vida que nós, humanos, precisamos ouvir conselhos, dicas, recomendações, receber elogios, críticas, levar puxões de orelha, ter acesso a visões de mundo diferentes sobre a vida, relacionamentos, carreira profissional... sobre tudo. O lado ruim dessa necessidade é quando você olha ao seu redor e não existe ninguém capaz de colaborar de nenhuma maneira.

Sempre fui cercado de pessoas opiniativas e dispostas à defenderem suas ideias com unhas e dentes - independentes se eram as mais racionais ou não. Durante todo o dia poderiam existir alguns debates acalorados sobre o tempero que estava sendo usado na comida ou se o agrotóxico ingerido pelas vacas está transformando o ser humano sensível ao leite até assuntos mais complexos como política econômica atual e legalização das drogas. 

Atualmente, me sinto como um peixe de um pequeno rio que decidiu encarar a fúria da água fria e salgada do oceano Pacífico (maior do planeta), e os predadores mais traiçoeiros e impiedosos. Tenho duas opções naturais: morrer ou adaptar-se. A primeira nunca esteve nos meus planos.

O "oceano Atlântico" já me deu provas que terei que ser ágil para nadar contra a força das águas e forte para sobreviver aos ataques constantes de predadores dispostos a estraçalharem suas presas e exibirem como troféu a carcaça. 

Na fria solidão e no silêncio ensurdecedor do meu oceano particular, os únicos sons que escuto são os da minha respiração ofegante, da batida acelerada do coração e a voz estridente da Srª Consciência. "Você fez o escolha certa? Está perdido? Quais são seus planos para amanhã? O que mais está disposto a sacrificar para sobreviver mais um dia? ", pergunta impiedosamente e insistentemente. "Calada!", respondo.

Tenho uma relação de amor & ódio com a Srª Consciência, essa entidade abstrata. Longe do meu habitat natural, família e amigos...ela é a única que me instiga diariamente. Nesse oceano de oportunidades e cercados de seres sentimentos, a ironia ácida e imperdoável dela coopera para meu fortalecimento e garante minha sobrevivência. Porém, ela nunca poderá saber disso.