Formadores de opinião VS Imprensa marrom

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  *Alan Junior de Queiroz

Fiscalizar os órgãos públicos e as atitudes dos governantes, denunciar irregularidades, esclarecer direitos e deveres, informar à sociedade sobre o que acontece em determinada região, no Brasil e no mundo são funções de um jornalista. È um trabalhado fatigante, mas ao mesmo tempo prazeroso.

Nosso principal material de trabalho é a informação. Até a sua publicação, a notícia passa por um processo de decantação: após coletarmos os dados eliminamos as impurezas, servimos aos leitores e expectadores um produto que será capaz de criar as mais diversas reações.

Assim como todas as profissões, o jornalismo também têm dois lados, como qualquer história também têm o mocinho e o vilão. Os mocinhos são os profissionais que derramam sobre a sociedade informações, ideias e geram debates a respeito de assuntos de interesse público. Os vilões são os “profissionais” corrompidos pelo sistema financeiro que são capazes de mentir e caluniar. Eles cultivam em suas hortas notícias falsas e pretenciosas que são regadas diariamente com notas de dinheiro.

Recentemente ouvi a expressão “imprensa marrom” usada de uma forma que me incomodou muito.  O termo estava sendo usado para atacar jornais impressos e sites regionais que denunciavam irregularidades de um grande grupo educacional. Quem usava a expressão era a responsável pelo grupo denunciado, era uma maneira de desqualificar e rebater as denúncias (um detalhe: as denúncias eram todas verídicas). Naquele momento tive uma visão clara de como os vilões manchavam a imagem os mocinhos.

A corrupção no Jornalismo vem crescendo de uma forma surpreendente. O mais hilário é que esses “profissionais” pensam que estão fazendo tudo por baixo do pano. Só pensam! Um exemplo da magnitude do estrago é em época de eleição, quando são publicados dossiês favoráveis (ou contra) a determinado grupo politico. Esses documentos não seguem nenhuma norma jornalística e não possuem responsabilidade com a sociedade. Essas matérias-pagas têm o intuito de engrandecer ou prejudicar alguém. Ainda existe casos de “ jornalistas” e "veículos" que se forem pagos falam bem de determinado político ou empresa, caso contrário.

Por causa disso, toda a categoria fica prejudicada pelo fato das pessoas acharem que todos agem da mesma forma. Visto minha armadura e saio à luta. Informo e afirmo que existe sim, jornalistas responsáveis e preocupados com o bem estar de todos e que não trabalham com publicações falsas, incrementadas ou subordinadas.

*Alan Junior de Queiroz é estudante de Comunicação Social - Jornalismo da Faculdade do Norte Pioneiro(Fanorpi).

Bem Vindo ao blog Alan Junior de Queiroz!

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